Fender Strato Southern Cross TopFender Strato Southern Cross TopFender Strato Southern Cross TopFender Strato Southern Cross TopFender Strato Southern Cross TopFender Strato Southern Cross Top

Fender Strato Southern Cross Top

R$ 2003

Produto Usado
Disponível: 1
Vendedor: SIFL6409523
Localização: Vitória - Espírito Santo



8 PONTOS USUÁRIO DESDE 2018




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Descrição





Fender Southern Cross 1995, TOP, revisada e regulada, qualidade de uma Fender Strato American, muito top. captação: Tex Mex..hardwares todos originais Fender Usa, conforme construção original da guitarra, tarraxas: horvath ..corpo em cedro-rosa e braço em marfim imperial, toda fabricada conforme especificações fender usa..mto som, braço em C, mais largo, pegada mto semelhante às fender tradicionais, som e estalado idêntico às fender de primeira linha. abaixo, a opinião da Fender USA sobre as Southern Cross: “Entrevistador: Carlos Assale, você foi o responsável pelas Fender by Giannini. Como foi possível licenciar a marca Fender? Carlos Assale: É verdade, o projeto Southern Cross. A Giannini tinha conseguido em 1990 uma licença para a fabricação das Fender aqui. O objetivo da fábrica americana era ter um fornecedor de violões tradicional, a quem pudesse confiar essa linha de instrumentos. Foi uma troca de interesses. Coincidentemente, foi na mesma época que eu estava deixando a Dolphin. O Giorgio Giannini - que apesar de ferrenho concorrente tinha comigo uma relação de amizade, respeito e admiração - me convidou para assumir a direção técnica da empresa e, entre outras coisas, tocar o projeto Fender/Giannini. Começamos a trabalhar em 1991 e enviar amostras para aprovação. Eu fui a interface com a Fender, acompanhado do Roberto Giannini. Visitamos as fábricas de Ensenada e Corona muitas vezes, trabalhamos o produto, demos aulas sobre design e fabricação de asticos. Aprovamos o braço em pouco tempo mas o corpo levou uns dois anos e MUITAS amostras - foi preciso muitas mudanças de ferramental. É incrível como a Fender é sensível ao shape da Stratocaster, que é na verdade sua marca registrada, sua identificação. No fim recebemos um fax do Dan Smith, diretor de marketing da Fender, dizendo que o produto tinha melhorado 4000% e que a confiança era tanta que pela primeira vez eles iriam permitir que um produto produzido fora de suas fábricas e sem seu envolvimento comercial ostentasse o nome Fender no headstock. Fabricávamos em lotes e eles só iam para o mercado depois que um representante deles viesse fazer uma minuciosa inspeção. Elas eram até pesadas! Foram produzidos cerca de 5000 instrumentos de 1993 a 1995. O projeto foi abortado porque as peculiaridades econômicas do Brasil somadas ao royalty muito alto tornaram tudo economicamente inviável. As más línguas dizem que foi por problemas técnicos que tudo parou, mas nunca houve nenhum problema desse tipo. E: As Fender brasileiras tinham a mesma qualidade que as americanas, mexicanas e japonesas? C.A.: Conheci bem essas fábricas e seus produtos. Posso dizer com segurança que não há quase nenhuma diferença em relação às americanas. Com as outras não há nenhuma. É o que o pessoal que vem testando e comparando tem descoberto. Existem Fender feitas em todos os lugares do mundo, dos EUA a Coréia, passando por Japão e México, até no Brasil já foram feitas (pela Giannini, sob licença conhecidas como Fender Southern Cross, mas foram produzidas Stratos e não Teles por aqui), sem falar nas atuais Squier, sub linha da Fender. Eu tenho uma desde 93 e fiz um upgrade com Texas Special, tarraxas Gotoh, escudo white pearl, neckplate, ponte, knobs, strap lock, trastes dunlop, mudei a cor e parte elétrica tudo original e também tenho uma American Standard desde 96 que continua original. A Southern Cross, ficou muito boa!, só não ficou melhor que a americana. ”







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